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	<title>Biosan - Biotecnologia em Saúde Animal &#187; Artigos</title>
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		<title>Agronutry em treinamento de novos produtos Biosan.</title>
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		<pubDate>Fri, 20 May 2016 20:23:29 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A Equipe de vendas da empresa Agronutry Saúde e Produção Animal, participou do treinamento em vendas dos novos produtos Biosan, em Patos de Minas/MG. Os gestores da Agronutry, Sr. André e Sra. Franciéle, acreditam que o sucesso da empresa está no seu capital humano, aliado às inteligências técnicas, diretivas e de mercado. Por isso, investe [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A Equipe de vendas da empresa Agronutry Saúde e Produção Animal, participou do treinamento em vendas dos novos produtos Biosan, em Patos de Minas/MG.</p>
<p style="text-align: justify;">Os gestores da Agronutry, Sr. André e Sra. Franciéle, acreditam que o sucesso da empresa está no seu capital humano, aliado às inteligências técnicas, diretivas e de mercado. Por isso, investe em capacitação e treinamento contínuo. Assim, cada profissional terá certeza de que é aliado ao negócio, sentindo-se engajado, responsável pelo sucesso da empresa e igualmente preocupado com seu desempenho.</p>
<p style="text-align: justify;">E foi assim, que sentimos da nova equipe da Agronutry, o entusiasmo inerente ao nosso ramo e a vontade de colaborar para que nossos clientes tenham sucesso e rentabilidade em sua atividade pecuária, aliando produtividade, qualidade e sustentabilidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Patos de Minas/MG, em 20/05/2016.</p>
<p> Confira as fotos do evento:</p>
<p><a href="http://biosan.ind.br/wp-content/uploads/2016/05/IMG_2719.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-967" alt="IMG_2719" src="http://biosan.ind.br/wp-content/uploads/2016/05/IMG_2719-300x225.jpg" width="300" height="225" /></a> <a href="http://biosan.ind.br/wp-content/uploads/2016/05/IMG_2720.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-968" alt="IMG_2720" src="http://biosan.ind.br/wp-content/uploads/2016/05/IMG_2720-300x225.jpg" width="300" height="225" /></a> <a href="http://biosan.ind.br/wp-content/uploads/2016/05/IMG_2733.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-969" alt="IMG_2733" src="http://biosan.ind.br/wp-content/uploads/2016/05/IMG_2733-300x225.jpg" width="300" height="225" /></a></p>
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		<title>BIOSAN MANTÉM LUGAR ENTRE OS MELHORES FABRICANTES DE PRODUTOS PARA ALIMENTAÇÃO ANIMAL, SEGUNDO CLASSIFICAÇÃO DO MAPA</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Aug 2015 18:59:15 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[No dia 13 de agosto 2015, a Biosan recebeu a  visita do Fiscal Federal Agropecuário que, após fiscalização, constatou a execução das Boas Práticas de Fabricação e elevou a atual nota de classificação do estabelecimento, garantindo nossa permanência  no Grupo 1, dentre os melhores fabricantes de produtos para alimentação animal. Agradecemos aos Clientes, Distribuidores e Parceiros [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">No dia 13 de agosto 2015, a Biosan recebeu a  visita do Fiscal Federal Agropecuário que, após fiscalização, constatou a execução das Boas Práticas de Fabricação e elevou a atual nota de classificação do estabelecimento, garantindo nossa permanência  no Grupo 1, dentre os melhores fabricantes de produtos para alimentação animal.</p>
<p style="text-align: justify;">Agradecemos aos Clientes, Distribuidores e Parceiros que confiam em nosso trabalho e caminham conosco para garantir a excelência na qualidade dos nossos produtos .</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Agroserv Comercial Agrícola Ibirá participa de treinamento</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Jun 2015 18:34:39 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[A Equipe de vendas da empresa Agroserv Comercial Agrícola participou do treinamento em vendas dos produtos Biosan, ministrado pelo Médico Veterinário Dr. Marco Jubran, no último dia 22, em Ibirá/SP. A Biosan acredita na gestão participativa com os Distribuidores para que exista uma confiança mútua. O sucesso da empresa deve-se ao seu capital humano, aliado [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A Equipe de vendas da empresa <em>Agroserv Comercial Agrícola</em> participou do treinamento em vendas dos produtos Biosan, ministrado pelo Médico Veterinário Dr. Marco Jubran, no último dia 22, em Ibirá/SP.</p>
<p style="text-align: justify;">A Biosan acredita na gestão participativa com os Distribuidores para que exista uma confiança mútua. O sucesso da empresa deve-se ao seu capital humano, aliado às inteligências técnicas, diretivas e de mercado. Assim, cada profissional terá certeza de que é aliado ao negócio, sentindo-se engajado, responsável pelo sucesso da empresa e igualmente preocupado com seu desempenho.</p>
<p style="text-align: justify;">A empresa Agroserv Comercial Agrícola é mais um distribuidor de produtos exclusivos, fabricados pela Biosan, o que faz dela um parceiro com a vontade de colaborar para que o Brasil obtenha a hegemonia na produção animal.</p>
<p style="text-align: justify;">A equipe de vendas da Agroserv, nosso parceiro distribuidor, foi treinada e está capacitada para atender o consumidor final, com soluções práticas que visam a melhoria da produtividade e lucratividade.</p>
<p style="text-align: justify;">Confira algumas fotos do evento:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://biosan.ind.br/wp-content/uploads/2015/06/AGROSERV1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-900" alt="AGROSERV1" src="http://biosan.ind.br/wp-content/uploads/2015/06/AGROSERV1.jpg" width="640" height="640" /></a></p>
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		<title>Agronutry participa de treinamento</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Feb 2015 12:36:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[r00t]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[A Equipe de vendas da empresa Agronutry Saúde e Produção Animal, participou do treinamento em vendas dos produtos Biosan, ministrado pelo Médico Veterinário Dr. Marco Jubran, no último dia 14, em Patos de Minas/MG. A Biosan acredita na gestão participativa com os Distribuidores e também no estreito relacionamento com fornecedores e clientes, para que exista [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A Equipe de vendas da empresa Agronutry Saúde e Produção Animal, participou do treinamento em vendas dos produtos Biosan, ministrado pelo Médico Veterinário Dr. Marco Jubran, no último dia 14, em Patos de Minas/MG.</p>
<p style="text-align: justify;">A Biosan acredita na gestão participativa com os Distribuidores e também no estreito relacionamento com fornecedores e clientes, para que exista uma confiança mútua. O sucesso da empresa deve-se ao seu capital humano, aliado às inteligências técnicas, diretivas e de mercado. Assim, cada profissional terá certeza de que é aliado ao negócio, sentindo-se engajado, responsável pelo sucesso da empresa e igualmente preocupado com seu desempenho.</p>
<p style="text-align: justify;">E foi assim, que sentimos da nova equipe da Agronutry, o entusiasmo inerente ao nosso ramo e a vontade de colaborar para que o Brasil obtenha a hegemonia na produção animal.</p>
<p style="text-align: justify;">A equipe de vendas da Agronutry, nosso parceiro distribuidor, foi treinada e está capacitada para atender o consumidor final, com soluções práticas que visam a melhoria da produtividade e lucratividade.</p>
<p style="text-align: justify;">Confira as fotos do evento:</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://biosan.ind.br/wp-content/uploads/2015/02/agronutry..jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-826" alt="agronutry." src="http://biosan.ind.br/wp-content/uploads/2015/02/agronutry.-774x1024.jpg" width="774" height="1024" /></a></p>
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		<title>Uso de probióticos na alimentação de bovinos leiteiros</title>
		<link>http://biosan.ind.br/temp/artigos/uso-de-probioticos-na-alimentacao-de-bovinos-leiteiros/</link>
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		<pubDate>Wed, 11 Feb 2015 13:22:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[r00t]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Alexandre M. Pedroso Postado em 13/02/2014 O interesse pelo uso de probióticos como aditivos para melhorar o desempenho dos animais tem crescido bastante, em grande parte devido à também crescente pressão pela redução do uso de antibióticos nos sistemas de produção, especialmente na Europa. De maneira geral, há um censo comum de que os probióticos são mais “naturais”, [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Por <a href="http://www.milkpoint.com.br/mypoint/ampedroso/">Alexandre M. Pedroso</a></p>
<p>Postado em 13/02/2014</p>
<p><a href="http://biosan.ind.br/wp-content/uploads/2015/02/foto.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-799" alt="foto" src="http://biosan.ind.br/wp-content/uploads/2015/02/foto.jpg" width="570" height="380" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">O interesse pelo uso de <strong>probióticos</strong> como aditivos para melhorar o desempenho dos animais tem crescido bastante, em grande parte devido à também crescente pressão pela redução do <strong>uso de antibióticos nos sistemas de produção</strong>, especialmente na Europa. De maneira geral, há um censo comum de que os probióticos são mais “naturais”, o que tem sido um apelo significativo para estimular o seu uso em fazendas leiteiras. No entanto, em minha opinião, há muita desinformação a respeito da natureza e propriedades dos aditivos probióticos. Há uma infinidade de produtos disponíveis no mercado, com modos de ação bastante diversificados de forma que é fundamental entender um pouco mais sobre essa classe de produtos. Particularmente, entendo que conceitualmente os probióticos são bastante promissores e podem ocupar um papel de destaque em promover melhor desempenho e eficiência nas fazendas, mas ainda há muito o que se estudar e aprender sobre esses produtos.</p>
<p style="text-align: justify;">Classicamente os probióticos são definidos como “microrganismos vivos que, se ingeridos por um animal, podem afetá-lo positivamente melhorando o equilíbrio da microflora intestinal”. Recentemente, pesquisadores europeus propuseram a seguinte definição: “culturas isoladas ou mistas de microrganismos vivos que, quando administrados a um animal ou humano, o beneficiam através da melhora das propriedades da microflora nativa”. Essa segunda definição é mais específica e não se limita à microflora intestinal apenas. Segundo o MAPA, em nosso país os probióticos enquadram-se como aditivos zootécnicos equilibradores da microbiota do trato digestório e são definidos como cepas de microrganismos vivos (viáveis), que agem como auxiliares na recomposição da microbiota do trato digestivo dos animais, diminuindo o número dos microrganismos patogênicos ou indesejáveis.</p>
<p style="text-align: justify;">Nós, humanos, consumimos esses aditivos há centenas de anos com a finalidade de promover melhor saúde. Um exemplo simples de probióticos largamente utilizados por nós são os iogurtes e produtos lácteos fermentados, ricos em microrganismos que podem melhorar nosso processo digestivo. Os principais aditivos probióticos comerciais para ruminantes incluem bactérias do gênero <em>Lactobacilli</em>, como o<em>Lactobacillus acidophilus</em> e várias espécies de <em>Bifidobacterium, Enterococcus e Bacillus</em>, e ainda leveduras como <em>Saccharomyces cerevisiae</em> e <em>boulardii</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">Os mecanismos de ação dos probióticos no organismo animal ainda não são totalmente claros, porém acredita- se que estes apresentam pelo menos quatro diferentes mecanismos que resultam em benefícios ao desempenho dos animais, tais como a competição por nutrientes ou por sítios de ativação enzimática, a síntese de compostos (bacteriocinas) que funcionam como antibióticos naturais contra microrganismos patogênicos, a estabilização do pH ruminal e a estimulação do sistema imune.</p>
<p style="text-align: justify;">Dentre os possíveis efeitos da ação dos probióticos em bovinos leiteiros, os mais relatados na literatura especializada são:</p>
<p style="text-align: justify;">• Redução da ocorrência de <strong><a href="http://www.milkpoint.com.br/busca.aspx?p=diarreia+em+bezerros" target="_blank">diarreia em bezerros</a></strong>;<br />
• Aumento no ganho de peso de animais em crescimento e terminação;<br />
• Prevenção da <strong><a href="http://www.milkpoint.com.br/busca.aspx?p=acidose+ruminal" target="_blank">acidose ruminal</a></strong>;<br />
• Melhor degradação de fibra no rúmen;<br />
• Aumento na produção de leite e <strong><a href="http://www.milkpoint.com.br/busca.aspx?p=s%F3lidos+do+leite" target="_blank">sólidos do leite</a></strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">É preciso muito cuidado e critério ao avaliar resultados de pesquisas com probióticos, pois estes ainda são bastante inconsistentes. Como eu citei anteriormente, trata-se de tecnologia bastante promissora, mas ainda há muito o que se estudar sobre o tema. Aparentemente, os efeitos benéficos mais significativos dos probióticos são observados em animais submetidos a algum grau de stress, como é o caso de bezerros na fase inicial de vida ou vacas leiteiras no período de transição.</p>
<p style="text-align: justify;">Os primeiros dias de vida e o período do desaleitamento são épocas críticas para os bezerros, nas quais há muitas evidências dos benefícios dos probióticos bacterianos. Os recém nascidos apresentam elevado grau de stress pela sua nova condição e novo ambiente, o que pode alterar bastante o perfil da microflora do trato digestório. Via de regra, bezerros com diarreia apresentam menor população de lactobacilos nos intestinos, de forma que a suplementação de produtos contendo esse tipo de bactérias para animais nessa fase pode ajudar bastante a reduzir a incidência de diarreias, que são a principal causa de mortalidade precoce de bezerros nas fazendas leiteiras.</p>
<p style="text-align: justify;">O período do <a href="http://www.milkpoint.com.br/busca.aspx?p=desaleitamento" target="_blank"><strong>desaleitamento</strong></a> também é complicado para os bezerros, pois sua dieta muda significativamente. Nessa situação, o papel dos probióticos bacterianos seria colonizar o intestino dos animais, prevenindo a colonização por patógenos causadores de diarreia. Pesquisas realizadas com animais monogástricos mostram com clareza que probióticos bacterianos podem alterar a permeabilidade da mucosa intestinal, ativar células do sistema imune e dificultar a aderência de patógenos à parede dos intestinos.</p>
<p style="text-align: justify;">De maneira geral, o ácido lático produzido pelas bactérias probióticas cria um ambiente ácido no lúmen intestinal que é bastante desfavorável para a maior parte dos patógenos. Além disso, a produção das bacteriocinas (toxinas produzidas por algumas bactérias para inibir o crescimento de microrganismos indesejáveis) também ajuda a manter a saúde intestinal.</p>
<p style="text-align: justify;">Além do feito nos intestinos, os probióticos também podem atuar no rúmen, onde a flora microbiana é bastante diferente. Esses aditivos podem ser especialmente eficazes para situações em que há alterações significativas nessa população de microrganismos, como é o caso de vacas no período de transição que passam por alterações significativas na composição da dieta que ingerem diariamente. Com o aumento no consumo de concentrados no início da lactação há uma clara tendência de redução nos valores do pH ruminal, uma vez que esses alimentos são ricos em carboidratos não fibrosos, rapidamente degradáveis no rúmen, gerando grandes quantidades de ácidos no meio. O abaixamento do pH é especialmente danoso para os microrganismos que degradam fibra. Infelizmente não há muitos dados sobre esse efeito específico em <strong>vacas leiteiras</strong>, pois a maioria dos trabalhos de pesquisa que avaliaram o potencial dos probióticos para controlar a acidose ruminal foram realizados com bovinos de corte. Vários trabalhos mostram um efeito positivo desses aditivos em estabilizar o pH do rúmen, mas outros não conseguiram mostrar o mesmo resultado. Há muitos estudos em andamento sobre esse tema, testando desde produtos contendo espécies de bactérias que removem o ácido lático do rúmen até outros com linhagens de microrganismos que degradam amido sem produzir o ácido lático, que é o grande vilão responsável pela acidose aguda. Pelos dados disponíveis, os resultados parecem animadores, mas ainda não podem ser considerados conclusivos.</p>
<p style="text-align: justify;">Com relação ao efeito direto sobre produção e composição do leite, as pesquisas são bastante limitadas. Há relatos de aumentos de até 2 kg de leite/vaca/dia com o uso de probióticos, com efeitos variáveis sobre o consumo de alimentos e a composição do leite. Vários podem ser os mecanismos pelos quais o uso de probióticos estimula a produção de leite, pois os efeitos benéficos dos mesmos já relatados podem melhorar a saúde dos animais como um todo, refletindo em aumento na produção. Possíveis aumentos nos teores sólidos do leite podem estar diretamente relacionados com mudanças no perfil de fermentação ruminal, resultando em mudanças nas concentrações de ácidos graxos de cadeia curta, como acetato e propionato, o que pode resultar em alterações na síntese de sólidos do leite, especialmente gordura.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar de o uso de probióticos bacterianos estar se tornando cada vez mais popular, o uso de produtos à base de leveduras ainda é muito mais comum. O papel mais importante e reconhecido desses produtos é aumentar a taxa de estabelecimento de microrganismos celulolíticos no rúmen, favorecendo a degradação dos alimentos fibrosos. Isso é especialmente importante porque a celulose, principal componente da fibra, pode representar até 30% da matéria seca total consumida pelas vacas. As leveduras podem estimular o crescimento dos organismos que degradam celulose no rúmen e estimular a sua atividade enzimática, apesar de a maioria dos resultados de pesquisa ter sido originada em estudos conduzidos em laboratórios. Acredita-se que o efeito principal das leveduras seja a remoção de oxigênio do rúmen, que é extremamente prejudicial para a população celulolítica. Além disso, também acredita-se que as leveduras possam produzir vitaminas, ácidos orgânicos e aminoácidos essenciais para o crescimento das bactérias que degradam fibra. Da mesma forma que para os produtos bacterianos, os efeitos positivos das leveduras tendem a ser muito mais pronunciados em animais submetidos a desafios mais intensos.</p>
<p style="text-align: justify;">Os probióticos têm apresentado potencial para melhorar a saúde e desempenho de bovinos leiteiros, porém, seus mecanismos de ação ainda não são totalmente compreendidos, sendo necessários mais estudos para podermos fazer recomendações mais seguras. Outro ponto que dificulta o entendimento dos efeitos é o conhecimento limitado que ainda temos sobre o perfil dos microrganismos ruminais, bem como de seus requerimentos biológicos. A variabilidade observada nos resultados de pesquisas pode estar relacionada à falta de consenso quanto à dosagem, tipo de microrganismo ou forma de fornecimento, possivelmente por causa da grande diversidade de produtos à disposição no mercado. Outra questão que deve ser vista com cuidado é a viabilidade econômica destes produtos, que é de fundamental importância para a disseminação desta tecnologia nas fazendas leiteiras.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: <a href="http://www.milkpoint.com.br/radar-tecnico/nutricao/uso-de-probioticos-na-alimentacao-de-bovinos-leiteiros-87585n.aspx">http://www.milkpoint.com.br/radar-tecnico/nutricao/uso-de-probioticos-na-alimentacao-de-bovinos-leiteiros-87585n.aspx</a> acessado em 11/02/2015</p>
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		<title>UFMG testa probióticos no tratamento de doenças crônicas</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Jan 2015 18:27:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[r00t]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Doenças inflamatórias crônicas, a exemplo de esclerose múltipla, colite ulcerativa, diabetes, artrite e obesidade, podem ganhar novas terapias de tratamento. Pesquisa do Instituto de Ciências Biológicas (ICB) da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) estuda a eficácia da aplicação de probióticos geneticamente modificados – como bactérias, fungos e leveduras – para combater sintomas dessas e [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Doenças inflamatórias crônicas, a exemplo de esclerose múltipla, colite ulcerativa, diabetes, artrite e obesidade, podem ganhar novas terapias de tratamento. Pesquisa do Instituto de Ciências Biológicas (ICB) da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) estuda a eficácia da aplicação de probióticos geneticamente modificados – como bactérias, fungos e leveduras – para combater sintomas dessas e de outras enfermidades degenerativas. Resultados positivos já foram alçados para casos de esclerose, doença inflamatória autoimune que destrói a bainha de mielina – estrutura que recobre as fibras nervosas – e paralisa as funções do corpo. Do mesmo modo, o estudo já comprovou eficiência no tratamento da colite ulcerativa, doença inflamatória que afeta o intestino e provoca perda de peso, cólicas abdominais e dificuldade na absorção de nutrientes.</p>
<p style="text-align: justify;">Os testes com probióticos no Laboratório de Imunobiologia do ICB são feitos com camundongos e deve demorar alguns anos para que experimentos sejam feitos com humanos. Ainda não se sabe de que forma ele será administrado em pessoas, se na forma de um medicamento ou um simples iogurte, já que a bactéria usada nos experimentos é da espécie Lactococcus lactis, amplamente usadas em laticínios. </p>
<p style="text-align: justify;">O processo de patenteamento já foi iniciado. Mas para qualquer produção em escala industrial é preciso ainda que laboratórios se interessem pelo estudo, desenvolvam um produto para uso humano e acompanhem a evolução dos testes. Se hoje houvesse patrocínio, os testes demorariam cerca de três anos. &#8220;O processo é longo e caro. A UFMG tem a Coordenadoria de Transferência e Inovação Tecnológica (CTIT) que ajuda pesquisadores a fazer patentes e entrar em contato com laboratórios. Existem consórcios internacionais (conveniados no Brasil com a Finep, empresa pública ligada ao Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação) com orçamento para levar a pesquisa para a etapa de teste clínicos em humanos”, ressalta a professora do Departamento de Bioquímica e Imunologia do ICB, Ana Maria Caetano Faria, coordenadora da pesquisa.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar disso, a pesquisa aparece como uma esperança para quem sofre com os sintomas das doenças inflamatórias crônicas. Hoje, elas são tratadas com imunossupressores e outras medicações que têm alto custo ou apresentam efeitos colaterais graves. &#8220;Quando tivermos uma formulação para humanos, queremos testá-la em pacientes com doenças intestinais crônicas do Hospital das Clínicas, parceiro da UFMG”, explica a pesquisadora. Ela destaca ainda a importância do estudo diante do aumento das enfermidades inflamatórias de modo geral. &#8220;Essas doenças cresceram muito nos países emergentes e o Brasil está nesse grupo. A elevação de casos de diabetes, obesidade ou doenças inflamatórias intestinais tem relação direta com as mudanças de hábitos alimentares e de vida”, destaca. A Lactococcus lactis foi escolhida por sua segurança de uso e pela produção natural de fatores anti-inflamatórios no organismo. Existem vários micro-organismos não patogênicos presentes na microbiota do intestino humano, onde há cerca de trilhões de bactérias de 500 a 1.000 espécies diferentes.</p>
<p><a href="http://biosan.ind.br/wp-content/uploads/2015/01/ações-dos-probióticos.jpg"><img src="http://biosan.ind.br/wp-content/uploads/2015/01/ações-dos-probióticos.jpg" alt="ações dos probióticos" width="863" height="750" class="aligncenter size-full wp-image-740" /></a></p>
<p>Pulso eletromagnético</p>
<p style="text-align: justify;">Para alcançar o efeito desejado na terapia, a bactéria Lactococcus lactis sofre um pulso eletromagnético, recebe uma carga de material genético e começa a produzir uma proteína, chamada proteína de choque térmico, com alto poder anti-inflamatório. O processo é feito por profissionais do Laboratório de Genética Celular e Molecular do Departamento de Biologia, que são colaboradores da pesquisa. &#8220;Sozinha, a bactéria não teria o efeito desejado. Por isso ela é manipulada geneticamente, a ponto de começar a produzir essa proteína de choque térmico que atua no combate às doenças inflamatórias”, explica o biólogo, pesquisador e professor de genética do departamento, Anderson Miyoshi.</p>
<p style="text-align: justify;">Ana Maria Faria explica a atuação da proteína no organismo. &#8220;Normalmente, ela já está presente em todo o corpo, mas em níveis mais baixos. Mas se apresenta em concentração maior nas situações de inflamação dos tecidos do corpo e, quando administrada por via oral, induz mecanismos anti-inflamatórios para pontos específicos onde ela está presente em altas concentrações”, afirma a cientista, destacando que, dessa forma, a proteína passa a gerar mecanismos para regular a inflamação.</p>
<p>Terapia age no foco do problema</p>
<p style="text-align: justify;">Para entender a atuação prática do probiótico modificado geneticamente, basta analisar os testes feitos com camundongos que receberam o antígeno da esclerose múltipla. Com o passar do tempo eles perderam o movimento do rabo, das patas traseiras e posteriormente das dianteiras, até parar de andar. A paralisia ocorreu devido a uma inflamação na bainha de mielina, estrutura do sistema nervoso que permite a condução rápida de impulsos nervosos e, consequentemente, dos movimentos. Depois de submetidos a doses da bactéria que produz a proteína de choque térmico, os animais retomaram os movimentos, já que a substância atua na desinflamação da bainha. Quando a aplicação do probiótico é feita antes do surgimento da doença, os sintomas nem mesmo aparecem. Ou seja, é possível prevenir a enfermidade. Quando já são notados, eles diminuem consideravelmente”, explica a coordenadora da pesquisa, Ana Maria Caetano Faria. </p>
<p style="text-align: justify;">A terapia com probióticos se diferencia em relação aos tratamentos com imunossupressores por agirem no foco da inflamação. Já os medicamentos melhoram a doença, mas suprimem o sistema imunológico, o que torna a pessoa mais suscetível a infecções. Outro obstáculo no uso das drogas para tratamento da esclerose múltipla é a impossibilidade de se administrar os imunomoduladores e imunossupressores em situações como gestação, lactação, depressão, insuficiência cardíaca e hepática.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Trabalhamos há mais de 20 anos no ICB/UFMG com o intuito de criar alternativas terapêuticas para doenças inflamatórias crônicas, principalmente as autoimunes, caso da esclerose múltipla. Essa foi a primeira, mas estamos testando em outras doenças, como artrite reumatoide – que afeta as articulações – e as doenças intestinais, como a doença de Crohn e a colite ulcerativa. Também já comprovamos, em experimentos com infecção por Salmonella, que o nosso probiótico não causa imunossupressão, pois ele não interfere na imunidade anti-infecciosa”, acrescenta a cientista. </p>
<p style="text-align: justify;">Em todos os procedimentos desenvolvidos para esta pesquisa os animais são anestesiados. O artigo do estudo feito no caso da esclerose múltipla foi publicado no ano passado, enquanto o estudo da aplicação de probióticos nos casos de colite deve ir a publicação até o fim deste semestre.</p>
<p>Cientifiquês  &#8211; Glossário</p>
<p style="text-align: justify;">Probióticos – micro-organismos vivos (como bactérias, fungos e leveduras) de atuação funcional benéfica no organismo, têm efeito sobre o equilíbrio bacteriano intestinal: controle do colesterol e de diarreias e redução do risco de câncer. Os probióticos podem ser componentes de alimentos industrializados presentes no mercado, como leites fermentados, iogurte, ou podem ser encontrados na forma de pó ou cápsulas.</p>
<p style="text-align: justify;">Doenças autoimunes – doenças em que as pessoas têm uma reatividade imunológica aos componentes do próprio corpo, gerando inflamações, a exemplo do diabetes, da artrite reumatoide e da esclerose múltipla. Doenças inflamatórias crônicas – grupo de doenças inflamatórias de longa duração que causam lesão dos tecidos e órgãos, podendo ser de origem autoimune ou não, a exemplo da colite ulcerativa, da doença de Crohn, da obesidade, da aterosclerose e da esclerose múltipla. </p>
<p style="text-align: justify;">Doenças degenerativas – doenças crônicas que levam a lesões nos tecidos e órgãos e perda de função, podendo ser inflamatórias ou não, a exemplo da doença de Alzheimer, da artrose, do glaucoma, da esclerose múltipla.</p>
<p>Fonte: O Estado de Minas<br />
Fonte: http://www.reumatoguia.com.br/interna.php?id=1768&#038;cat=92&#038;menu=92  (acessado em 23/01/2015)</p>
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		<title>Agronutry Saúde e Produção Animal</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Dec 2014 13:05:02 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Agronutry Saúde e Produção Animal Com sede na cidade Patos de Minas/MG, a Agronutry é mais que um Distribuidor Biosan, tornando um parceiro na continuidade dos trabalhos em MG. Equipe formada por profissionais gabaritados e treinados, aptos a fornecer soluções em biotecnologia para a pecuária brasileira. A Agronutry conta com toda infraestrutura comercial e logística [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><b>Agronutry Saúde e Produção Animal</i></b><b></b></p>
<p style="text-align: justify;">Com sede na cidade Patos de Minas/MG, a Agronutry é mais que um Distribuidor Biosan, tornando um parceiro na continuidade dos trabalhos em MG.</p>
<p style="text-align: justify;">Equipe formada por profissionais gabaritados e treinados, aptos a fornecer soluções em biotecnologia para a pecuária brasileira.</p>
<p style="text-align: justify;">A Agronutry conta com toda infraestrutura comercial e logística necessária para fornecer aos pecuaristas, produtos com qualidade e confiabilidade indiscutíveis.</p>
<p style="text-align: justify;">Contato:<br />
Agronutry Saúde e Produção Animal<br />
34 9966 1041 e 34 9817 6319 &#8211; André Felipe<br />
34 9898 6510 e 34 9807 6510 &#8211; Franciele Faria<br />
agronutry@gmail.com </p>
<p><a href="http://biosan.ind.br/wp-content/uploads/2014/12/IMG_1665.jpg"><img src="http://biosan.ind.br/wp-content/uploads/2014/12/IMG_1665-300x300.jpg" alt="IMG_1665" width="300" height="300" class="aligncenter size-medium wp-image-734" /></a></p>
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		<title>Boas práticas na vacinação do rebanho bovino de corte</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Dec 2014 17:03:34 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[No sistema de produção de bovino de corte o manejo sanitário dos animais é extremamente importante, impedindo que enfermidades apareçam e se disseminem. O ato da vacinação é uma prática simples, mas requer alguns cuidados e certo conhecimento para a correta aplicação, evitando prejuízos aos produtores e danos aos animais. O Ministério da Agricultura, Pecuária [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://biosan.ind.br/wp-content/uploads/2014/06/IMAGEM-ARTIGO-12_00.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-541" alt="IMAGEM ARTIGO 12_00" src="http://biosan.ind.br/wp-content/uploads/2014/06/IMAGEM-ARTIGO-12_00.jpg" width="300" height="199" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">No sistema de produção de bovino de corte o manejo sanitário dos animais é extremamente importante, impedindo que enfermidades apareçam e se disseminem.</p>
<p style="text-align: justify;">O ato da vacinação é uma prática simples, mas requer alguns cuidados e certo conhecimento para a correta aplicação, evitando prejuízos aos produtores e danos aos animais.</p>
<p style="text-align: justify;">O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) estabelece para algumas doenças um calendário nacional, como é o caso da Febre Aftosa, buscando períodos mais adequados para aplicação em cada estado brasileiro. Em outras situações existem calendários estipulados pelas secretarias estaduais de agricultura, nas unidades da federação ou faz-se necessário uma vacinação periódica ou ainda, a partir de determinada idade do bovino, como por exemplo, a vacinação contra a Raiva.</p>
<p style="text-align: justify;">As vacinas são muito eficientes para a prevenção e controle de determinadas doenças, pois são constituídas por antígenos de várias categorias e estimulam o organismo contra determinada infecção. Dessa forma, devem sempre ser adquiridas em lojas registradas ou revendedores confiáveis e, na quantidade compatível ao número de animais a serem vacinados, sempre exigindo a nota fiscal. Além disso, devem conter em seus rótulos o número de partida, data de fabricação e prazo de validade.</p>
<p><a href="http://biosan.ind.br/wp-content/uploads/2014/06/IMAGEM-ARTIGO-12_01.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-542" alt="IMAGEM ARTIGO 12_01" src="http://biosan.ind.br/wp-content/uploads/2014/06/IMAGEM-ARTIGO-12_01.jpg" width="369" height="227" /></a></p>
<p>Figura 1: Local da compra da vacina e nota fiscal. Fonte: MAPA</p>
<p style="text-align: justify;">Alguns fatores devem ser observados para que a eficiência de imunização pelas vacinas não seja prejudicada e, estão diretamente relacionadas com o transporte, conservação, manuseio e execução da vacinação. As instalações também influenciam no manejo da vacinação, pois devem apresentar condições seguras e um bom estado sanitário e estrutural, para uma perfeita contenção dos animais durante a aplicação da vacina.</p>
<p style="text-align: justify;">Algumas vacinas merecem atenção especial, como as vivas, contra a brucelose e a tristeza parasitária dos bovinos (TPB). No caso da brucelose, o antígeno (vacina) é liofilizado, em um frasco-ampola, acompanhado de uma ampola com o diluente. O vacinador deverá, com uma seringa e agulha, remover o diluente da ampola e injetá-lo no frasco contendo o antígeno liofilizado. Após isto, homogeneizar bem, com movimentos suaves. Só então deverá encher a seringa de vacinação e aplicar, na dose de 2 ml, por via subcutânea. O manuseio do produto deve ser criterioso, em virtude do risco de contaminação do vacinador.</p>
<p style="text-align: justify;">Os animais devem estar calmos e menos estressados possíveis para a realização da vacinação. Caso contrário, podem ser causados alguns prejuízos ao produtor e ao animal, como abortos, traumatismos e estresse desnecessário, além de prejudicar uma boa resposta imunológica à vacinação. Os animais não devem permanecer por um período muito longo presos e, após a vacinação, deve ser disponibilizado acesso à água e ao alimento.</p>
<p style="text-align: justify;">Os equipamentos e instrumentos de vacinação, seringas e agulhas, devem estar limpos e com boa assepsia, além disso, devem ser fervidos sempre antes das aplicações, sendo proibido o uso de desinfetantes para esterilização. A dose e as vias de aplicação em cada animal deve ser aquela indicada no rótulo ou na bula da vacina escolhida. Uma dosagem menor do que a indicada pelo fabricante não proporcionará proteção desejada.</p>
<p style="text-align: justify;">Deve-se fazer um rigoroso controle do acondicionamento das vacinas, mantendo-as em geladeira na temperatura entre 2 e 8ºC ou em caixas térmicas contendo duas partes de gelo para uma de vacina. A conservação adequada das vacinas é fundamental, pois tanto o congelamento quanto o calor anulam a eficiência do produto. A seringa utilizada na vacinação deve ser mantida dentro da caixa térmica mesmo nos pequenos intervalos entre as aplicações para não haver contaminação.</p>
<p style="text-align: justify;">As agulhas utilizadas devem ser de tamanho adequado, limpas e mantidas em bom estado de conservação, além disso, devem ser trocadas a cada lote de 10 animais vacinados, substituindo por outra limpa e em bom estado. Caso as agulhas apresentem desgastes ou estejam tortas devem ser descartadas, caso contrário necessitam ser lavadas e desinfetadas e podem ser reutilizadas se o fabricante permitir. Utilize somente uma agulha para retirar a vacina do frasco, que deve ser agitado todas as vezes que a seringa for reabastecida, minimizando assim a contaminação do seu conteúdo. Observe o calibre da seringa, se muito grosso pode provocar refluxo de vacina e reduzir a quantidade aplicada.</p>
<p style="text-align: justify;">Nunca aplicar produtos com frascos abertos com sobras de produtos ou vencidos. Diferentes vacinas não devem ser combinadas, a não ser que sejam embaladas para serem misturadas subsequentemente. Mas pode-se aplicar mais de uma vacina na mesma ocasião para facilitar o manejo do gado e nunca aplicá-las em partes impróprias ou sujas do corpo do animal, podendo prejudicar sua eficácia. O prazo de carência dos produtos deve ser obedecido, devendo os frascos vazios serem incinerados após sua utilização.</p>
<p>Vias de aplicação</p>
<p style="text-align: justify;">A subcutânea, é a mais indicada para vacinas e vermífugos. O local ideal de aplicação é a região compreendida atrás ou à frente da paleta. De todo o corpo do animal, essa é uma área fácil de ser atingida, possuindo uma pele frouxa e fina, e apresenta maior segurança para o aplicador.</p>
<p style="text-align: justify;">Escolhe-se uma dobra de pele e a agulha é inserida até o fim. Direciona-se a agulha obliquamente de cima para baixo e recomenda-se também dobrar a pele, para impedir o refluxo do produto injetado.</p>
<p style="text-align: justify;">Se for injetado um volume acima de 10 ml para bezerros e 50 ml para bovinos adultos, recomenda-se dividir a dose em diversas porções em locais diferentes. Atentar sempre para os danos que poderão ser causados às peles dos animais, como caroços e calombos, como consequência de aplicações mal realizadas.</p>
<p>Intramuscular</p>
<p style="text-align: justify;">É melhor aplicada em músculos da região glútea (garupa), e no músculo da tábua do pescoço. Na garupa, deve-se evitar as partes próximas à espinha dorsal, pois podem ocorrer lesões no nervo ciático. Vacinas mal aplicadas podem ocasionar perdas de carcaça em partes nobres dos animais.</p>
<p><a href="http://biosan.ind.br/wp-content/uploads/2014/06/IMAGEM-ARTIGO-12_02.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-543" alt="IMAGEM ARTIGO 12_02" src="http://biosan.ind.br/wp-content/uploads/2014/06/IMAGEM-ARTIGO-12_02.jpg" width="390" height="231" /></a></p>
<p>Figura 2: Tábua do pescoço, possível local de aplicação da vacina. Fonte: MAPA</p>
<p style="text-align: justify;">Com um golpe rápido e forte, a agulha é inserida a 4 cm ou 5 cm de profundidade do pescoço. Em administrações de medicamentos, também podem-se utilizar os músculos da coxa, nunca se esquecendo que estão sendo manuseadas regiões nobres dos animais.</p>
<p style="text-align: justify;">Antes de aplicar a injeção é prudente recuar um pouco o êmbolo da seringa, para certificar-se de que a ponta da agulha não está em um vaso sanguíneo (essa situação não se aplica utilizando-se seringas automáticas). Se o sangue penetra na seringa, a agulha deve ser retirada e inserida em outra direção ou em outro local escolhido.</p>
<p style="text-align: justify;">A resposta imunológica dos animais às aplicações de vacinas não são imediatas e seus efeitos podem aparecer somente depois de alguns dias. Assim, animais vacinados recentemente ainda podem apresentar a doença, pois já poderiam estar infectados quando vacinados. Os animais sadios e bem nutridos têm melhor resposta imunológica às vacinas do que os doentes ou mal alimentados. Outros fatores, como a mamada do colostro, nas primeiras horas de vida do bezerro, também é de extrema importância para a defesa contra os agentes causadores de doenças, pois lhe confere os anticorpos colostrais, além de vitaminas e minerais.</p>
<p>Fontes consultadas</p>
<p>EMBRAPA. Vacine corretamente e garanta a saúde do seu rebanho. Disponível em: . Acesso em: 15 jan. 2014.<br />
MAPA. Campanha de Vacinação contra Febre Aftosa 2013. Disponível em: . Acesso em: 15 jan. 2014.<br />
OIE. Organização Mundial da Saúde Animal. Disponível em: &lt; http://www.oie.int/&gt;. Acesso em: 15 jan. 2014.</p>
<p>21 de Janeiro de 2014<br />
Elaborado por<br />
Casa do Produtor Rural<br />
Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” – ESALQ/USP</p>
<p>Rodrigo Pereira Diniz Junqueira<br />
Graduando em Engenharia Agronômica<br />
Estagiário &#8211; Casa do Produtor Rural &#8211; ESALQ/USP</p>
<p>Acompanhamento técnico<br />
Fabiana Marchi de Abreu<br />
Engenheira Agrônoma<br />
CREA 5061273747<br />
Casa do Produtor Rural &#8211; ESALQ/USP</p>
<p>Coordenação editorial<br />
Marcela Matavelli<br />
Agente de Comunicação<br />
DRT 5421SP<br />
Casa do Produtor Rural &#8211; ESALQ/USP</p>
<p>Link acessado em 08/06/2014: http://www.esalq.usp.br/cprural/boaspraticas.php?boa_id=94</p>
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		<title>09-09 &#8211; Dia do Médico Veterinário</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Sep 2014 13:41:14 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Cuidando da sáude animal e se preocupando com a saúde humana. Isso aí! A Biosan parabeniza todos os MÉDICOS VETERINÁRIOS do Brasil!]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Cuidando da sáude animal e se preocupando com a saúde humana.<br />
Isso aí! A Biosan parabeniza todos os MÉDICOS VETERINÁRIOS do Brasil!</p>
<p><a href="http://biosan.ind.br/wp-content/uploads/2014/09/dia-do-veterinario.jpg"><img src="http://biosan.ind.br/wp-content/uploads/2014/09/dia-do-veterinario.jpg" alt="dia do veterinario" width="699" height="941" class="aligncenter size-full wp-image-710" /></a></p>
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		<title>Biosan na 1a edição do Álbum de Figurinhas da Copa de Futebol Society – Categorias de Base – 2014</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Aug 2014 14:21:43 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Biosan na 1a edição do Álbum de Figurinhas da Copa de Futebol Society &#8211; Categorias de Base – 2014 Por sua atuação em saúde animal, e considerando a valorização da diversidade, do equilíbrio e da qualidade de vida, a Biosan Biotecnologia acredita que o compromisso social é fator essencial para o crescimento sustentável e desenvolvimento [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><b>Biosan na 1<sup>a</sup> edição do Álbum de Figurinhas da Copa de Futebol Society &#8211; Categorias de Base – 2014</i></b><b></b></p>
<p style="text-align: justify;">Por sua atuação em saúde animal, e considerando a valorização da diversidade, do equilíbrio e da qualidade de vida, a <i>Biosan Biotecnologia</i></b><b></b> acredita que o compromisso social é fator essencial para o crescimento sustentável e desenvolvimento de uma sociedade mais justa. Desde 2001, a <i>Biosan</i></b><b></b> reúne diretrizes para o apoio a projetos educacionais, culturais e sociais com foco em saúde, educação e qualidade de vida.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 2014, a <i>Biosan Biotecnologia</i></b><b></b> apoia a 1<sup>a</sup> edição do Álbum de Figurinhas da Copa Conti Cola de Futebol Society &#8211; Categorias de Base – 2014, em Assis/SP. Essa copa, assim como a <i>Biosan</i></b><b></b>, também se preocupa com o processo de aprendizagem, aperfeiçoamento e treinamento no esporte mais amado nesse país, o futebol.</p>
<p style="text-align: justify;">O álbum de figurinhas foi uma idéia muito divertida, que transformou toda a turma em figurinhas autocolantes que fazem parte de um álbum exclusivo. É isso mesmo! Sabe aqueles álbuns que a criançada compra nas bancas e adora colecionar? Agora eles tem a oportunidade de fazer parte do seu próprio álbum, cada criança e seus colegas. Assim, de uma maneira divertida, o álbum estimula a socialização e a construção de uma memória, enquanto de divertem.</p>
<p style="text-align: justify;">A <i>Biosan</i></b><b></b> apoia esse tipo de projeto, que busca o desenvolvimento contínuo da sociedade, voltados ao bem estar humano. Nossa responsabilidade social, fortalece a confiabilidade das relações existentes e até mesmo nos permite que novas sejam firmadas, sempre com transparência e ética.</p>
<p style="text-align: justify;">Aproveitamos aqui para agradecer à administração da Copa Conti Cola de Futebol Society &#8211; Categorias de Base – 2014, representada pelo Sr. Fábio Manfio, pelo convite realizado. A <i>Biosan</i></b><b></b> apenas tem a orgulhar por participar de iniciativas desse âmbito. Nos sentimos uma empresa parceira e co-responsável pelo desenvolvimento de Assis.</p>
<p style="text-align: justify;">Acreditamos em todas essas iniciativas e agradecemos muito àqueles que nos apóiam e comungam do mesmo pensamento, que é promover o bem-estar social.</p>
<p><a href="http://biosan.ind.br/wp-content/uploads/2014/08/IMG_8825.jpg"><img src="http://biosan.ind.br/wp-content/uploads/2014/08/IMG_8825-225x300.jpg" alt="IMG_8825" width="225" height="300" class="aligncenter size-medium wp-image-677" /></a></p>
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